
Há encontros profissionais que carregam mais do que atualização técnica. Eles retomam uma história.
Durante sua formação na Clínica Ivo Pitanguy, a Dra. Luiza teve na Dra. Bárbara Machado uma de suas principais referências. Cirurgiã de grande experiência em face, Bárbara atuou por muitos anos ao lado do professor Pitanguy e foi também preceptora de Luiza naquele período.
Quase uma década depois, as duas voltam a se encontrar em outro momento da trajetória.
Em 2026, a Dra. Luiza foi convidada a integrar a primeira turma do Face to Face, uma mentoria de longa duração criada pela Dra. Bárbara para um grupo restrito de cirurgiões plásticos. Ao longo dos encontros, são discutidos casos, vídeos cirúrgicos, diferentes estratégias de abordagem e a evolução das técnicas de rejuvenescimento facial.
A programação também contará com a participação de convidados nacionais e internacionais, trazendo ao grupo diferentes escolas, experiências e formas de pensar a cirurgia da face. Mais do que ampliar repertório, essa troca permite confrontar condutas, revisar decisões e observar como cirurgiões de formações distintas interpretam problemas semelhantes.
Para Luiza, o valor desse processo está justamente na possibilidade de revisitar a cirurgia facial com o olhar de quem já acumulou prática, casos e decisões próprias.
“Voltar a aprender com alguém que participou tão de perto da minha formação tem um significado especial. Hoje, chego a essas discussões com outras perguntas, construídas pela experiência e pelos casos que acompanhei ao longo dos anos.”
A mentoria passou a ocupar um espaço fixo em sua agenda de estudos, especialmente dedicado à face.
Mais do que acompanhar novas técnicas, o propósito é aprofundar critérios: compreender melhor anatomias diferentes, revisar condutas, discutir limites e refinar decisões que, em cirurgia facial, nunca deveriam ser automáticas.
Em um campo em que poucos milímetros podem alterar expressão, proporção e identidade, estudar também é uma forma de preservar precisão.
E talvez seja esse o elo mais bonito entre formação e maturidade profissional: voltar a uma referência do passado não para repetir o que já foi aprendido, mas para enxergar com mais profundidade aquilo que a experiência tornou possível compreender.
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